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domingo, 29 de maio de 2011

Focalizando o Trabalhador Espírita (No. 90) Astolfo Olegário de Oliveira Filho

Astolfo Olegário de Oliveira Filho

Entrevista para Ismael Gobbo ao Notícias do Movimento Espírita


Nesta entrevista vamos falar com nosso companheiro de ideal Astolfo Olegário de Oliveira Filho, nascido aos 22 de junho de 1944, na cidade de Astolfo Dutra, no estado de Minas Gerais, filho do casal Anita Borela de Oliveira e Astolfo Olegário de Oliveira. Vindo ao mundo em lar espírita, desde cedo participa do movimento, inicialmente em sua cidade natal, onde frequentou, em criança, as aulas de evangelização infantil e foi depois presidente da Juventude Espírita da Cabana Espírita Abel Gomes. Além de orador e escritor Astolfo vem desenvolvendo um trabalho muito consistente e importante na divulgação pela internet com a revista eletrônica semanal “O Consolador”, com sede em Londrina, Paraná.


Astolfo, qual sua formação acadêmica e profissional?

Sou formado em Ciências Econômicas. Na área profissional, fui professor de Matemática e trabalhei em diversas empresas comerciais, bem como no Banco do Brasil, no Instituto do Açúcar e do Álcool e no Ministério da Fazenda, em que me aposentei como auditor da Secreta­ria da Receita Federal.

De que maneira conheceu o Espiritismo e desde quando é espírita?

Nasci numa família espírita e convivi desde criança com vários irmãos dedicados à tarefa espírita e, sobretudo, com meu pai, que foi um extraordinário orador espírita e companheiro de vultos importantes do Espiritismo no Brasil, como Leopoldo Machado, Carlos Imbassahy, José Jorge, Newton Gonçalves de Barros, Amadeu Santos e muitos outros que a minha memória, já um pouco claudicante, não permite aqui lembrar.

A que Casa Espírita está vinculado e quais trabalhos nela desenvolve?

Sou vinculado a duas Casas Espíritas: o Centro Espírita Nosso Lar, de que participo desde janeiro de 1963, quando vim de Minas Gerais para cursar faculdade em Londrina; e a Comunhão Espírita Cristã de Londrina, que fundamos juntamente com minha esposa Célia Maria e um grupo de amigos em abril de 1987.

No “Nosso Lar” participo de dois grupos públicos e de um grupo mediúnico, por mim fundado em 1979, e coordeno dois grupos de estudo, um à noite, outro à tarde. Na Comunhão participo das atividades de evangelização da criança aos domingos de manhã e coordeno o Círculo de Leitura Anita Borela de Oliveira.

Além dessas atividades, sou colunista e editor do jornal O Imortal desde dezembro de 1983 e diretor de redação da revista espírita O Consolador, fundada em 18 de abril de 2007, a qual é redigida para circulação exclusiva na internet.

Poderia nos descrever sua trajetória pelo movimento espírita em todos esses anos?

Tendo nascido em família espírita, participei praticamente de todos os tipos de atividade que um Centro Espírita realiza, desde a evangelização até a direção de sessões mediúnicas. Exerci os cargos de dirigente de Mocidade Espírita, de grupos públicos, de grupos mediúnicos, de grupos de estudo e de instituições espíritas. Fui presidente do Nosso Lar e da Comunhão Espírita Cristã de Londrina, bem como da União Regional Espírita da 5ª Região, que tinha então sede em Londrina. Na atividade de divulgação, já escrevi programas espíritas para rádio e atuei em programas espíritas na TV, faço palestras e ministro seminários. Dessa atividade acabou resultando um livro, intitulado 20 Lições sobre Mediunidade.

Quais os fatos e pessoas que mais o marcaram?

Cresci em um ambiente em que se respirava Espiritismo. Conheci, portanto, desde a infância, os maiores vultos do Espiritismo então encarnados neste país, como mencionei na resposta à sua primeira pergunta. Admiro muitos confrades com quem convivi e outros que conheci apenas por meio dos livros. Chico Xavier, Divaldo Franco, Cairbar Schutel, Abel Gomes, Lins de Vasconcellos, Hugo Gonçalves, Euclides Araújo, João Salles Coroa, eis alguns nomes marcantes na minha vida como espírita.

Como você vê o Movimento Espírita de nossos dias?

Penso que o Movimento Espírita reflete o comportamento dos que o dirigem e, provavelmente por isso, não tem atuado, como devia, fora das quatro paredes da Casa Espírita, pois vem-se limitando, de um modo geral, a promover eventos mais para espíritas, em circuito fechado, de difícil acesso aos que não são espíritas. Um exemplo óbvio desse fato são os nossos Congressos Espíritas, cada vez mais sofisticados, com taxas de inscrição elevadas e realizados em locais a que apenas os que dispõem de recursos têm acesso. Creio que o uso da mídia em geral e a realização de eventos em locais acessíveis ao grande público, não apenas na Casa Espírita, podem contribuir para uma melhor dinamização do movimento espírita brasileiro.

Quais as maiores dificuldades, em sua opinião, enfrentadas atualmente pelo movimento espírita?

Penso que a má qualidade dos livros espíritas publicados nos últimos anos, especialmente depois que Chico Xavier desencarnou, constitui um dos principais problemas que o movimento espírita no Brasil tem enfrentado. O fato deve-se, em primeiro lugar, à falta de bom senso de parte dos autores, encarnados ou não, e ao desinteresse quanto a isso das próprias editoras.

A falta de prática no exercício da crítica – considerada em seu sentido clássico – por parte dos jornais e revistas espíritas também contribui para que o mercado editorial seja inundado por obras que só confusão criam e nada acrescentam em termos de conhecimento espírita.

Como o livro é uma forma de divulgação pública dos ensinamentos espíritas, ele se sujeita obviamente a uma análise, a uma crítica pública, tarefa que incumbe à imprensa espírita, que não tem cumprido, nesse particular, o seu dever e o seu papel.

Fale-nos sobre a revista O Consolador e de como ela surgiu.

A revista nasceu de uma ideia repentina que me levou a contactar o José Carlos, a quem não conhecia pessoalmente. Corria o mês de março de 2007. Eu o admirava por causa do trabalho extraordinário que ele havia feito na organização do site do Centro Espírita Nosso Lar. Quando surgiu a ideia da revista, o nome dele foi imediato. Fizemos então duas reuniões rapidíssimas para discutir o projeto. Uma foi numa das salas do “Nosso Lar”. No outro dia ele já havia registrado na internet o domínio pertinente ao nome da revista. A segunda reunião foi no escritório de sua empresa, quando se definiu a estrutura da revista e o modelo da página inicial do site. O primeiro número da revista saiu, como queríamos, no dia 18 de abril de 2007, dia em que se comemorou no mundo todo o sesquicentenário d´O Livro dos Espíritos.

O trabalho é todo voluntário?

Sim. Todos os que trabalham para a revista o fazem de modo espontâneo e voluntário. Não existe ninguém, em função nenhuma, que receba remuneração.

Contam com alguma ajuda?

Ajuda no tocante ao conteúdo, sim. Nossa equipe é formada por um número muito grande de colaboradores, dentro e fora do Brasil, como pode ser visto na seção “Quem somos” de nosso site. Eis o link que remete à seção: http://www.oconsolador.com.br/linkfixo/quemsomos/principal.html

Com relação à parte financeira, não, porque em verdade não precisamos de recursos financeiros, visto que os custos de uma revista eletrônica, quando ninguém é remunerado, são extremamente baixos.

Quais os dados estatísticos de que dispõe sobre o Consolador?

Os números mais recentes que temos sobre o assunto foram divulgados em nossa edição 204, comemorativa dos quatro anos de existência da revista. De 18 de abril de 2007 a 31 de março de 2011, eis os números apurados:

Itens

Números

Continentes alcançados pela revista
Países que já acessaram a revista
Downloads de textos publicados
Visitas ao site da revista
Impressões da revista

5
105
1.026.000
1.922.000
5.964.000

Os 105 países estão assim distribuídos: Europa, 39; América, 27; Ásia, 22; África, 13; Oceania, 4. O maior número de leitores da revista encontra-se, pela ordem, no Brasil, nos Estados Unidos e em Portugal.

Como tem sido a repercussão da revista no Brasil e no mundo?

A repercussão da revista – algo que nos surpreende bastante, tendo em vista que se trata de um periódico redigido no idioma português – tem sido muito grande, e isso pode ser aferido por dois indicadores importantes. Primeiro, o crescimento dos acessos, dos downloads e das impressões de textos da revista é algo constante, ou seja, a cada mês os números superam os meses anteriores. O segundo fato é a quantidade de cartas via internet que chegam à redação, o que mostra, pelos temas tratados, que o leitor tem demonstrado confiança crescente naquilo que temos publicado.


Desde quando você participa da redação do jornal O Imortal e qual é nele o seu papel?

Antes de participar da equipe de redação do jornal O Imortal, já havia colaborado com artigos publicados pelo periódico. Foi, no entanto, a partir de setembro de 1983 que passei a colaborar diretamente na elaboração das edições mensais, assumindo, no mês de dezembro daquele ano, a tarefa de editor, colunista e redator da primeira página. Naquele mês o jornal atingia sua edição número 360. Hoje – maio de 2011 – ele já está na edição 687. Alguns anos depois, em 1988, por solicitação do Diretor do jornal, confrade Hugo Gonçalves, a redação dos editoriais passou também à minha responsabilidade.

Você tem algum livro publicado?

Sim. No âmbito profissional escrevi duas obras, uma a respeito dos aspectos fiscais e tributários da nova Lei das Sociedades Anônimas, então sancionada pelo presidente da República, e outra sobre Contabilidade Geral, obra cujo conteúdo – teórico e prático – foi concebido especialmente para uso em cursos preparatórios com vistas a concursos públicos na área da Receita Federal e da Previdência Social.

No meio espírita, sou autor de 11 obras. Uma, já esgotada na editora que a publicou, é 20 Lições sobre Mediunidade. As demais obras, não publicadas por nenhuma editora, tiveram edição limitada de natureza não-comercial, destinadas a grupos de estudos diversos acerca do Antigo e do Novo Testamento, do Pentateuco Kardequiano, dos Clássicos dSo Espiritismo e das obras de André Luiz e Manoel Philomeno de Miranda.

Realiza também palestras?

Sim. Contudo, devido aos inúmeros compromissos que tenho de atender diariamente, seu número é cada vez menor, pois tenho me limitado a alguns poucos compromissos nessa área.

Suas palavras finais.

Aproveito o ensejo para agradecer a todos aqueles que - encarnados e desencarnados - vêm colaborando para que o jornal O Imortal e a revista O Consolador prossigam em a sua tarefa de divulgar a mensagem do Consolador prometido por Jesus, cujo objetivo final é, como sabemos, o aprimoramento moral do mundo em que vivemos. Sem o auxílio desses companheiros a tarefa não seria possível. A eles, pois, o meu fraternal abraço.,


Astolfo Olegário de Oliveira Filho em palestra na Associação Espírita de Maringá-PR

Astolfo (de pé), ao lado de Euclides Araújo, no lançamento do livro Dinâmica da Evolução, escrito por Euclides


Astolfo (esq.) , com os confrades João Rodrigues e, ao fundo, Elza Guapo, da cidade de Astorga-PR

Astolfo (esq.), ao lado de Ivan Dutra e Euclides Araújo (dir.) em evento no Centro Espírita

Nosso Lar, em Londrina

Astolfo, de paletó marrom, ao lado da esposa Célia Maria e Francisco Ontivero, na cidade de Londrina-PR

Capa do livro “20 lições sobre Mediunidade”

Tela da home Page “O Consolador”

OBS: AS FOTOS Desta entrevista só PODERÃO SER UTILIZADAS EM OUTRAS PUBLICAÇÕES MEDIANTE AUTORIZAÇÃO EXPRESSA DO entrevistadO.


Qüinquagésimo livro de Richard Simonetti

Wellington Balbo

O legado deixado pelos espíritos superiores e Allan Kardec na literatura é tão rico em informações que permite desdobramentos dos mais variados. E essa prodigiosa literatura espírita vem sendo, ao longo desses pouco mais de 150 anos, objeto de estudo para inúmeras pessoas que, interessadas em divulgar as verdades reveladas pelos Imortais, empenharam-se por propalar o Espiritismo pelos livros.

E dentre os diversos pensadores espíritas está o bauruense Richard Simonetti, que neste mês de junho lança pela editora CEAC seu qüinquagésimo livro.

São décadas dedicadas à divulgação da doutrina espírita e do Evangelho de Jesus. Mais de 2 milhões de exemplares de livros vendidos, sendo alguns já traduzidos para vários idiomas.

Livros de auto ajuda, uma séria que aborda a vida de Jesus e suas lições, reflexões sobre O Livro dos Espíritos, Quem Tem medo da morte?, obras para jovens, crônicas, romances... Enfim, livros para atender a todos.

Interessante afirmar que por trás de cada palavra, frase, pensamento e reflexão há o suor do escritor dedicado, empenhado em ofertar os labores de suas elucubrações ao público. Temos certeza que cada uma das 50 obras do autor tem a sua história, suas peculiaridades e muito de trabalho e disciplina.

Aliás, a mensagem importante que deixa Richard ao lançar seu qüinquagésimo livro é de muito trabalho e disciplina.

Óbvio: ninguém atinge essa marca sem muito trabalho e disciplina. Basta escrever? Não, definitivamente, não. O trabalho do escritor inicia-se com a leitura e se estende de diversas formas. A propósito, quem muito escreve tem que ser ávido leitor.

Quem muito escreve sobre Espiritismo então tem que ser pesquisador das obras de Kardec e estudioso das lições de Jesus. E isso constatamos na literatura de Richard: fidelidade ao codificador do Espiritismo e extremo carinho ao se reportar a Jesus.

Por isso, cabe-nos aqui, neste espaço, parabenizá-lo pela profícua produção literária, desejando paz e serenidade em seu caminho.

Que venham outros livros de Richard, mais cinqüenta pelo menos e, quiçá, possamos escrever aqui ou no além sobre a centésima obra do autor.

Para adquirir a nova obra de Richard Simonetti você poderá fazer contato com a Editora CEAC, Renato ou Amelinha: 14 3227 – 0618 ou pelo email – editoraceac@ceac.org.br.

O PLANO B

Romance

Autor: Richard Simonetti

Formato: 14x21

288 páginas

R$ 35,00

Leia o Informativo CEECAL on Line

Acesse aqui: http://www.ceecal.com/informativo.php

Festa Junina no CESAK Bruxelas, Bélgica

Entrada do CESAK

Le CESAK ASBL et le NEECAFLA ASBL

Vous invintent à participer à la fête Junine.

Le dimanche 12 Juin 2011

de 12h à 18h.

Avec des animations, des jeux, des danses et beaucoup de bonne humeur.

Entrée 5€ (Gratuit pour les enfants de moins de 6 ans)

Le prix de l'entrée inclue 3,00€ pour consomer sur place.

Parking Gratuit

Pour plus d'info, nous contacter au cesakbruxelles@gmail.com ou au info@neecafla.com

Voici un petit aperçu de ce qu’a été notre fête l’année passé
http://www.youtube.com/watch?v=GjNb8Ck1u0Y

*************


O CESAK ASBL e o NEECAFLA ASBL

Convidam a todos a participar de nossa festa Junina

Domingo, 12 de Junho 2011

de 12h à 18h.

Com animações, jogos, dansas e um optimo ambiante.

Entrada 5€ (Gratuito para as crianças de menos de 6 anos)

O preço da entrada inclui 3,00 € para consumir no local)

Parking Gratuito

Para mais informações contactar cesakbruxelles@gmail.com ou au info@neecafla.com

vejam o video em baixo de nossa festa do ano passado, para terem uma ideia de como vai ser.

http://www.youtube.com/watch?v=GjNb8Ck1u0Y



Anabela

CESAK, asbl

Naître, mourir, renaître encore et progresser sans cesse, telle est la loi... (Allan Kardec)
Nascer, morrer, renascer novamente e progredir sem cessar, esta é a lei....
(Allan Kardec)

http://bruxelles.cesak.org/
http://cesakbruxelles.blogspot.com/
www.tvcei.com
www.spirite.be

Anabela

CESAK, asbl

Naître, mourir, renaître encore et progresser sans cesse, telle est la loi... (Allan Kardec)
Nascer, morrer, renascer novamente e progredir sem cessar, esta é a lei....
(Allan Kardec)

http://bruxelles.cesak.org/
http://cesakbruxelles.blogspot.com/
www.tvcei.com
www.spirite.be

AME-ABC “Interface entre Física e Espiritualidade: É possível? Santo André, SP

(Informação em email de Giovana Campos)

Neste Domingo. Saúde e Espíritualidade. AME/SP – USE’s Intermunicipal e Regional de. Araçatuba, SP

(Informação em emails de Sirlei Nogueira e USE/SP)

Uma Noite Espírita com José Tadeu Silva Guarujá, SP

Dia 29 de maio de 2011

(Informação em emails de Rose Moliterno e de Claudete Louzada de Campos Gonçalves clau_louzada@yahoo.com.br)

Saiba mais sobre Tadeu clicando aqui:

http://www.universoespirita.org.br/entrevistas/tadeu.htm

Tadeu na simplicidade do seu belíssimo quarto. Paredes de tijolos de adobe e chão de terra batida

Foto Ismael Gobbo

Programação de Palestras Públicas na Casa da Caridade Araçatuba, SP

CASA DA CARIDADE

DEPARTAMENTO DA ALIANÇA ESPÍRITA VARAS DA VIDEIRA

RUA PÉRICLES PIMENTEL SALGADO, 1010, JARDIM UMUARAMA, ARAÇATUBA, SP

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CASA DA CARIDADE FUNDADA EM 03-11-1990

É UM DEPARTAMENTO DA ALIANÇA ESPÍRITA

“VARAS DA VIDEIRA”

ESCALA DE PALESTRAS PÚBLICAS: JUNHO DE 2011

HORÁRIO 20 HORAS. ENTRADA LIVRE

DATA

TEMA

FONTE

ORADOR

07

livre

ISMAEL GOBBO

14

FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO

*ESE

CAP. XV

LEILA G. ROCHA

21

NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON

*ESE

CAP. XVI

MARIA DA GRAÇA GALETTI

28

SEDE PERFEITOS

*ESE

CAP. XVII

MADERLENE DE ALMEIDA YAMADA

ANTECEDENDO O ESE, COMENTÁRIOS EM SEQUÊNCIA DE O LIVRO DOS ESPÍRITOS

*ESE- O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

Aliança Espírita “Varas da Videira”

Fundada em 11 de junho de 1949

Adalberto Godoy vai falar no C.E. Bezerra de Menezes Guararapes, SP

(Informação em emails de Luiz Augusto Macedo e de João Marchesi Neto)

Programação de Palestras Públicas na Aliança Espírita Varas da Videira. Araçatuba, SP

ALIANÇA ESPÍRITA “VARAS DA VIDEIRA”

RUA BERNARDINO DE CAMPOS, 363, CENTRO, ARAÇATUBA, SP

ESCALA DE PALESTRAS PÚBLICAS: JUNHO DE 2011

HORÁRIO 20 HORAS. ENTRADA LIVRE

DATA

TEMA

FONTE

ORADOR

03

(6ª. Feira)

BEM-AVENTURADOS OS QUE TEM PURO O CORAÇÃO

O LIVRO DOS ESPIRITOS

ESE CAP. VIII

PERGS. 72 e 73

MADERLENE DE ALMEIDA YAMADA

OFÉLIA G. CANDIL

10

(6ª. Feira)

BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO BRANDOS E PACIFICOS

O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Ese CAP. IX

PERGS. 74 e 75

IVANA NOBRE MÓDENA

ISMÊNIA GASPARINI

13

(2ª. Feira)

62 ANOS DA ALIANÇA ESPIRITA VARAS DA VIDEIRA

PALESTRA

ANTONIO CÉSAR PERRI DE CARVALHO

(BRASILIA, DF)

17

(6ª. Feira)

"VIGIAI E ORAI. NÃO SABEIS QUANDO SERÁ O TEMPO"

PALESTRA

[Imagem+009.jpg]

ALCIONE PEIXOTO

(CAMPOS, RJ)

24

(6ª. Feira)

BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS

O LIVRO DOS ESPÍRITOS

ESE CAP X

PERGS. 76,77 e 78

OFÉLIA G. CANDIL

LUIZ CARLOS ROCHA

Dia 16 de junho de 1966 desencarna Francisco Peixoto (Peixotinho), médium de efeitos físicos, na cidade de Campos, RJ. Peixotinho nasceu em 1º. de fevereiro de 1905, em Pacatuba, CE. http://www.feparana.com.br/biografia.php?cod_biog=103

Palestra e Seminário com Aylton Coimbra Paiva Assis, SP

OLÁ AMIGOS...!!!

Neste final de semana tem:


SÁBADO
, dia 28/maio/2011 as 20h00
Palestra com Aylton Paiva junto à Associação Filantrópica Nosso Lar,
Rua Emílio de Menezes, nº. 50 (em frente a Concha Acús tica), Vila Xavier,
Assis/SP., fone: (18) 3322-3709.

Ele vem de Lins/SP., para falar a respeito do tema:
O quê o Espiritismo oferece para você?

DOMINGO, dia 29/maio/2011,

das 09h00 as 10h00 da manhã:
Reunião da USE Regional; e

das 10h00 as 12h00 (meio dia),
Seminário sobre o SAPSE (Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita),
também com o nosso irmão Aylton Paiva no Nosso Lar.


Prestigiem, pois estão todos convidados...!!!!


Sidnei Ribeiro

(Regional de Assis)

(Informação recebida em email de sidneiad sidneiad@bol.com.br)

Palestra e Seminário com Aylton Coimbra Paiva Assis, SP

OLÁ AMIGOS...!!!

Neste final de semana tem:


SÁBADO
, dia 28/maio/2011 as 20h00
Palestra com Aylton Paiva junto à Associação Filantrópica Nosso Lar,
Rua Emílio de Menezes, nº. 50 (em frente a Concha Acús tica), Vila Xavier,
Assis/SP., fone: (18) 3322-3709.

Ele vem de Lins/SP., para falar a respeito do tema:
O quê o Espiritismo oferece para você?

DOMINGO, dia 29/maio/2011,

das 09h00 as 10h00 da manhã:
Reunião da USE Regional; e

das 10h00 as 12h00 (meio dia),
Seminário sobre o SAPSE (Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita),
também com o nosso irmão Aylton Paiva no Nosso Lar.


Prestigiem, pois estão todos convidados...!!!!


Sidnei Ribeiro

(Regional de Assis)

(Informação recebida em email de sidneiad sidneiad@bol.com.br)

Mês Espírita no C.E.E. Tio Zeca Lourdes, SP

no próximo mes de junho/2011 será realizado o mÊS espírita no

Centro de Estudos Espíritas Tio Zeca, em Lourdes.

PROGRAMAÇÃO DAS PALESTRAS

01/06 - LUCILE ZIROLDO ANTÔNIO BATTAGELLO

08/06 - MÁRCIA LEANDRO LONGHI

15/06 - MARCO ANTÔNIO DE SOUZA

22/06 - ADAIR GAJARDONI SABIONI

29/06 - OSVALDO MAGRO FILHO

Alfredo Querino da Silva

(Informação recebida em email de Alfredo Querino da Silva)

(Informação recebida em emails de Regina Bachega e de Giovana Campos)

(Informações e fotos em email de Sandra Mussi)

Na semana que passou, no dia, celebramos o 2º. Simpósio Espírita Canadense em um clima fraterno e de muita alegria!

Abraços fraterno,

Sandra Mussi


Palestrantes convidados para o 2o. Simpósio Espírita Canadense, Sra. Jussara Korngold, Sra. Elizangela Correia da Silva e o Dr. Sérgio Thiesen e público.



Palestra e lançamento de livro com Haroldo Dutra Curitiba, PR

(Informação recebida em emails de Regina Bachega e de Giovana Campos)

FEP-FEB. I Curso de Capacitação de Trabalhadores Espíritas Lisboa, Portugal

(Informação recebida em email de Nuno Emanuel)

Informativo Semanal Seara do Mestre São Paulo

Centro Espírita Seara do Mestre
R. Carlos Roberto Cavanhas, 392 - V. Rubi
São Paulo - SP
04823-120

(Informativo em email de Seara do Mestre searadomestre@gmail.com)

Palestra com José Raul Teixeira Cotia, SP

(Informação recebida em email de Edilson Trautwein edilsondeassis@yahoo.com.br)

IX Encontro Espírita Guatemalteco Cidade da Guatemala

IX ENCUENTRO ESPIRITA

GUATEMALTECO

LEY DE REENCARNACIÓN

FECHA 28 de Mayo de 2011

HORA De 14:00 a 17:00 Horas

LUGAR

8ª. Avenida 11-52, Zona 1 Centro Municipal del Arte y Cultura 3 Nivel Edificio Central de Correos, Guatemala Ciudad

Transmisión de la conferencia por Internet en www.tvcei.com Canal 2

ENTRADA GRATUITA

Registro. Divaldo Pereira Franco. Palestra dia 25 de maio de 2011 em Berlim, Alemanha

(Informações de Paulo Salerno e fotos de Jorge Moehlecke

Divaldo havia planejado a sua viagem aérea de Munique para Berlim via aérea. Devido a erupção do vulcão Grimsvotn, na Islândia, o vôo foi cancelado. Para atender seu compromisso, Divaldo realizou a viagem de trem. Seis horas de percurso, enquanto o trem, em alta velocidade, oferecia a possibilidade de se observar paisagens encantadoras, Divaldo, trabalhava, colocando em dia suas inúmeras atividades. Sua chegada à Berlim ocorreu poucos minutos antes do horário previsto para o compromisso agendado. Entusiasmado, proferiu palestra sobre o tema: Vida, Desafios e Soluções.

Paulo Salerno

De Copenhague/Dinamarca

Jorge Moehlecke


Um pouco da história da Revista Espírita No texto abaixo, contido na RE, veja como podemos identificar os espíritos bons e sérios dos espíritos

Continuação do texto iniciado no email de ontem 27 de maio de 2011

................................

Para terminar, resta passar em revista os principais caracteres que revelam a origem das comunicações espíritas.

1. Os Espíritos superiores, como já dissemos em várias ocasiões, têm uma linguagem sempre digna, nobre, elevada, sem qualquer mistura de trivialidade. Dizem tudo com simplicidade e modéstia, jamais se vangloriam e não fazem ostentação de seu saber nem de sua posição entre os demais. A dos Espíritos inferiores ou vulgares tem sempre algum reflexo das paixões humanas; toda expressão que denota baixeza, suficiência, arrogância, bazófia ou acrimônia é indicio característico de inferioridade e de embuste, caso o Espíritos se apresente com um nome respeitável e venerado.

2. Os bons Espíritos não dizem senão o que sabem; calam-se ou confessam a sua ignorância sobre aquilo que não sabem. Os maus falam de tudo com segurança, sem se incomodarem com a verdade. Toda heresia científica notória, todo princípio que choca a razão e o bom-senso denuncia fraude, desde que o Espírito se apresente como um ser esclarecido.

3. A linguagem dos Espíritos elevados é sempre idêntica, se não quanto à forma, pelo menos quanto ao fundo. Os pensamentos são os mesmos, quaisquer que sejam o tempo e o lugar. Podem ser mais ou menos desenvolvidos, conforme as circunstâncias, as necessidades e as facilidades de se comunicarem, mas não são contraditórios. Se duas comunicações que trazem a mesma assinatura, encontram-se em oposição, uma delas será evidentemente apócrifa, e a verdadeira será aquela onde nada desminta o caráter conhecido do personagem. Quando uma comunicação apresenta o caráter de sublimidade e de elevação, sem nenhum defeito, é porque emana de um Espírito superior, seja qual for o seu nome; se encerrar uma mistura de bom e de mau, procede de um Espírito vulgar, caso se apresente como é; será de um Espírito impostor se ele se ornar de um nome que não pode justificar.

4. Os bons Espíritos jamais dão ordens; não impõem: aconselham e, se não são ouvidos, retiram-se. Os maus são imperiosos: ordenam e querem ser obedecidos. Todo Espírito que impõe trai a sua origem.

5. Os bons Espíritos não adulam. Aprovam quando se faz o bem, mas sempre com reservas; os maus são pródigos em elogios exagerados, estimulam o orgulho e a vaidade, mesmo pregando a humildade, e procuram exaltar a importância pessoal daqueles a quem desejam apanhar.

6. Os Espíritos superiores estão acima das puerilidades formais em todas as coisas; para eles o pensamento é tudo, a forma nada vale. Somente os Espíritos vulgares podem ligar importância a certos detalhes incompatíveis com as idéias verdadeiramente elevadas. Toda prescrição meticulosa é sinal certo de inferioridade e de embuste da parte de um Espírito que toma um nome imponente.

7. É preciso desconfiar dos nomes estranhos e ridículos tomados por certos Espíritos que se querem impor à credulidade; seria supremo absurdo levar esses nomes a sério.

8. Deve-se igualmente desconfiar daqueles que muito facilmente se apresentam com nomes extremamente venerados, e não aceitar suas palavras senão com a maior reserva. É sobretudo nesses casos que se torna necessário um severo controle, porquanto muitas vezes é uma máscara que utilizam para nos fazer crer em supostas relações íntimas com os Espíritos de elevada hierarquia. Por esse meio lisonjeiam a vaidade, aproveitando frequentemente para induzir a atitudes lamentáveis ou ridículas.

9. Os Espíritos são muito escrupulosos sobre as providências que podem aconselhar, em todos os casos estas têm sempre um objetivo sério e eminentemente útil. Deve-se, pois, olhar como suspeitas todas as que não tiverem esse caráter, refletindo maduramente antes de adotá-las.

10. Os bons Espíritos só prescrevem o bem. Toda máxima, todo conselho que não estiver estritamente conforme a pura caridade evangélica não pode ser obra de bons Espíritos, acontece o mesmo com toda insinuação malévola, tendente a excitar ou a alimentar sentimentos de ódio, de ciúme e de egoísmo.

11. Os bons Espíritos jamais aconselham coisas que não sejam perfeitamente racionais. Toda recomendação que se afaste da linha reta do bom-senso ou das leis imutáveis da Natureza denuncia um Espírito limitado e ainda sob a influência dos preconceitos terrestres; consequentemente, pouco digno de confiança.

12. Os Espíritos maus, ou simplesmente imperfeitos, ainda se traem por sinais materiais com os quais não nos poderíamos enganar. Sua ação sobre o médium por vezes é violenta, provocando na sua escrita movimentos bruscos e irregulares, uma agitação febril e convulsiva, que contrasta com a calma e a suavidade dos bons Espíritos.

13. Um outro sinal de sua presença é a obsessão. Os bons Espíritos jamais obsidiam. Os maus se impõem em todos os momentos, razão por que todo médium deve desconfiar da necessidade irresistível de escrever que dele se apodera nas ocasiões menos oportunas. Jamais se trata de um bom Espírito, e ele não deve jamais ceder.

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(Fonte: Revista Espírita, Segundo Volume, Ano 1859, Federação Espírita Brasileira, 3ª. Edição, pags 347/350)

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Um pouco da história da Revista Espírita No texto abaixo, contido na RE, veja como podemos identificar os espíritos bons e sérios dos espíritos

Por pouco tato, raciocínio ou hábito de observação que tenhamos, a linguagem dos Espíritos bons e sérios traz um selo que torna impossível nos enganarmos. Quanto aos maus espíritos, por mais que cubram as suas torpezas com o véu da hipocrisia, jamais poderão representar indefinidamente o seu papel; acabam deixando cair a máscara. De outro modo, se sua linguagem fosse impoluta, seriam bons Espíritos. A linguagem dos Espíritos é, pois, o verdadeiro critério pelo qual podemos julgá-los. Sendo a linguagem a expressão do pensamento, tem sempre um reflexo das boas ou más qualidades do individuo. Não é também pela linguagem que julgamos os homens que não conhecemos? Se recebermos vinte cartas de vinte pessoas que jamais vimos, não nos deixaremos impressionar de modo diverso pela sua leitura? Não será pelas qualidades do estilo, pela escolha das expressões, pela natureza dos pensamentos, e até por certos detalhes de forma, que reconheceremos, naquele que nos escreve, o homem rústico e o bem-educado, o sábio e o ignorante, o orgulhoso e o modesto? Dá-se absolutamente a mesma coisa com os Espíritos.

Suponhamos que sejam homens que nos escrevem: devemos julgá-los da mesma maneira. Julguemo-los severamente, porquanto os bons Espíritos de modo algum se sentirão ofendidos com essa escrupulosa investigação, porque são eles próprios que no-la recomendam como meio de controle. Sabendo que podemos ser enganados, nosso primeiro sentimento deve ser o de desconfiança. Somente os maus Espíritos, que procuram nos induzir em erro, podem temer o exame, porque, longe de o provocar, querem ser acreditados sob palavra.

Desse principio resulta muito naturalmente e com bastante lógica o meio mais eficaz de afastar os maus Espíritos e de nos premunirmos contra as suas falsidades. O homem que não é ouvido deixa de falar; aquele que vê os seus estratagemas constantemente descobertos vai causar aborrecimentos em outros lugares; o espertalhão, ciente de que nos mantemos em estado de alerta, não faz tentativas inúteis. Do mesmo modo, os Espíritos enganadores deixam a partida quando percebem que nada podem fazer, ou quando encontram pessoas vigilantes que desprezam tudo quanto lhes pareça suspeito.

Para terminar, resta passar em revista os principais caracteres que revelam a origem das comunicações espíritas.

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(Continuação amanhã, dia 28 de maio de 2011)

(Fonte: Revista Espírita, Segundo Volume, Ano 1859, Federação Espírita Brasileira, 3ª. Edição, pags 346/347)

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