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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

A vida e a obra do historiador Geraldo Leão

ENTREVISTA PARA FOLHA ESPÍRITA, SÃO PAULO, 03/2009

Ismael Gobbo igobi@uol.com.br


Geraldo Leão estudou na mesma escola de Chico Xavier. Foto Ismael Gobbo


Estive na cidade mineira de Pedro Leopoldo para entrevistar

Geraldo Leão, um historiador que coleciona fotos, áudios, videos e

objetos que preservam a história da cidade e do seu povo. Embora se confesse

católico, Geraldo Leão tem amplo conhecimento do Movimento Espírita da cidade e de Chico Xavier de forma muito particular. Segundo ele, seu livro de cabeceira é

o romance Há dois mil anos, de Emmanuel, psicografado pelo médium. Contando

com apoio da Unimed de Pedro Leopoldo, ele distribui parte do seu volumoso

material em pequenas exposições em estabelecimentos da cidade e mantém, na

sede da Unimed, o Memorial Chico Xavier. Homem simples, educado e

entusiasmado, não vê a hora de ter um local mais amplo que possibilite expor ao

público tudo o que possui em relação a Chico Xavier, no período em que o médium viveu na cidade, ou seja, desde o seu nascimento, em 1910, até sua mudança para Uberaba, em 1959.

Folha Espírita - Poderia nos falar um pouco de suas origens?

Geraldo Leão - Nasci em Belo Horizonte, em 25 de julho de 1936, no bairro do Horto Florestal. Chegamos em Pedro Leopoldo no ano em 1947. Aqui estudei na Escola São José, a mesma em que Chico Xavier estudou, antigamente com o nome de Grupo Escolar de Pedro Leopoldo. Passei depois pelo Colégio Imaculada Conceição. Profissionalmente, trabalhei em fábrica de tamancos, depois numa fábrica de acessórios para indústria têxtil, em alfaiataria, onde aprendi a profissão, e, por fim, na Companhia de Cimento Portland Cauê, empresa na qual me aposentei após 35 anos de serviço.

FE - Dos trabalhos profissionais que enumerou, nenhum tem relação direta com o de historiador. O que o levou a se interessar pelo assunto?

Leão - Na realidade, um hobby. Sempre tive afinidade com coisas antigas e interesse por colecioná-las. A partir de 1975 comecei a juntar fotografias de Pedro Leopoldo e fazer gravações com personalidades importantes da cidade, como médicos, engenheiros, advogados, políticos e figuras populares, que gravaram mensagens com suas importantes experiências. Com isso, o acervo atinge cerca de 11 mil fotos, documentos, 800 fitas cassetes gravadas, fitas de vídeo de diversas festas e solenidades realizadas na cidade, como carnaval, Semana Santa, as festas do “Boi Manta” e de Congado, desfiles cívicos e muitos outros acontecimentos que ocorreram na cidade. O acervo conta também com considerável quantidade de objetos antigos, vários deles relacionados a Chico Xavier.

FE- Você tem algum plano para o futuro do acervo?

Leão - O nosso pensamento é de remasterizar as fitas de vídeo e cassete em CD e DVD. Todavia, é um trabalho que não posso garantir que seja levado adiante no curto prazo porque envolve grande dispêndio financeiro do qual presentemente não disponho. Penso também em editar um livro com fotos e textos da trajetória de Chico Xavier em Pedro Leopoldo, abrangendo o período de 1910 a 1959. Só precisamos do aporte de recursos para fazer o projeto deslanchar”.

FE - Ninguém patrocina o trabalho?

Leão - Já faz dez anos que venho recebendo um patrocínio único da Unimed de Pedro Leopoldo, de forma consecutiva. É essa ajuda que deu e dá sustentação para que possa produzir o material de divulgação e exposição, bancando fotografias, papel, álbuns, dentre outras coisas. A Unimed, além do patrocínio, reservou espaço para o Memorial Chico Xavier em sua sede. Essa colaboração é importantíssima, ou melhor, é imprescindível para o desenvolvimento do trabalho de pesquisa. Espero poder continuar contando com ela para manter e, quiçá, dar mais amplitude às exposições, ao memorial e concretizar a publicação do livro a que me referi.

FE – Como conheceu e como avalia a importância de Chico Xavier para Pedro Leopoldo?

Leão - O meu primeiro contato com o Chico se deu quando eu contava com aproximadamente 20 anos. Eu estava naquela efervescência da juventude e namorando, circunstâncias que, de certa forma, não me faziam perceber sua importância. Ele freqüentava muito a casa de meu pai, que era motorista de praça, e o levava para viajar ou visitar a periferia. Inclusive, meu pai fez várias fotos de Chico Xavier que fazem parte do acervo. Passado algum tempo é que fui entendendo quem era realmente Chico Xavier e o que ele representava para Pedro Leopoldo. Descobri, como muitos, que ele era uma pessoa fora do comum.

FE - Em janeiro completaram-se 50 anos da ida de Chico de Pedro Leopoldo para a Uberaba. Como era a cidade com Chico e, depois, sem ele?

Leão - Só para você ter uma idéia, na época do Chico em Pedro Leopoldo, ou seja, há 50 anos, a cidade contava, entre pousadas, pensões e hotéis, com aproximadamente oito unidades. Hoje conta com apenas dois hotéis. Pedro Leopoldo com o Chico Xavier era outra. Às segundas e sextas-feiras, a cidade ficava tomada por centenas de visitantes, que vinham para assistir às sessões no Centro Espírita “Luiz Gonzaga, para receber uma mensagem, um conforto ou apenas conhecer o Chico. Pela rua São Sebastião toda se via automóveis vindos de todos os cantos do país. E, também do exterior, Chico Xavier recebia visitantes. Um deles foi o famoso professor Pietro Ubaldi, em 1951, que, na ocasião, recebeu noticias da mãe, em italiano, através do Chico. Outra visita ilustre foi a do jornalista Clementino de Alencar, de O Globo, no primeiro semestre de 1935. Na companhia de um fotografo, ele assistia às reuniões, fazia entrevistas, fotografava e enviava quase diariamente as matérias para a sede do jornal, no Rio de Janeiro. Esse valioso material com ilustrações interessantes foi inserido no livro Notáveis reportagens com Chico Xavier, editado pelo IDE, de Araras, SP.

FE - Dona Cidália nos disse que o Sr. fazia gravações para o Chico. Quais?

Leão - Eu fiz, ao longo do tempo, muitas gravações para o Chico, sobretudo de músicas, que dona Cidália, sua irmã, enviava para Uberaba. Em compensação, ganhei um grande presente dele. Quando Chico esteve na casa dela, acho que em janeiro de 1982, pedi à Cidália que intercedesse junto a ele para gravar para mim a poesia Alma Gêmea, que está no livro Há Dois Mil anos. Ele disse para a irmã: “perfeitamente”. E fez a gravação pausadamente. Essa relíquia foi remasterizada em CD pelo amigo Oceano Vieira de Melo, da Versátil Home Vídeo, a quem reitero agradecimentos.

FE - A música era o prazer predileto de Chico?

Leão - Ele era apaixonado por musica. Lembro-me que o Chico sempre passava na hora do almoço em uma loja de eletrodomésticos daqui de Pedro Leopoldo, a “Radiolândia”, onde sempre havia uma radiola funcionando. Quando ele aparecia por lá para ouvir músicas, eu aproveitava e ia ouvir também. Um dia ele chegou para o dono da loja, Antonio Rafael, que faleceu em janeiro deste ano, e lhe disse: “Oi Nonô Rafael, coloque para mim os Prelúdios de Liszt que eu estou doido para ouvir isso hoje”. E nós ouvimos com ele. Era costume o Chico e alguns amigos, após o término das reuniões, irem para a casa de André Luiz, seu irmão, para tomar um lanche. Isso acontecia lá pela uma, duas da madrugada. Como eu morava em frente à casa do André, na rua Benedito Valadares, tinha a oportunidade de ouvir as músicas e as deliciosas gargalhadas do Chico. Sempre que ia fazer suas psicografias, Chico pedia música, como se pode comprovar no DVD do programa Pinga Fogo, da TV Tupi, do qual ele participou.

FE O senhor acha que Chico Xavier sofreu alguma pressão do clero para deixar Pedro Leopoldo?

Leão - Corre a lenda aqui que o Padre Sinfrônio Torres de Freitas, que ficou na cidade por mais de 40 anos, teria sido um dos responsáveis pela saída de Chico de Pedro Leopoldo. Não creio, e explico: no dia da inauguração da Praça Chico Xavier, em 15 de novembro de 1980, Chico fez um discurso extraordinário que eu tive a felicidade de gravar na integra com meus equipamentos. Gravei os discursos de todos os oradores. O Chico, na sua fala, nos deu uma lição de vida contando toda a sua trajetória por Pedro Leopoldo. Num dos trechos de seu discurso falou: “Agradeço a presença do Padre Sinfrônio Torres de Freitas, pastor das almas de Pedro Leopoldo”. Quando ele disse isso, uma estrondosa salva de palmas ocorreu. Logo depois dos discursos, Chico foi para a casa de sua irmã, Luiza Xavier, a mais velha, e num dos quartos recebia os visitantes que o vinham cumprimentar. Formou-se uma grande fila e nela pude divisar, meio espantado, a presença de três irmãs de caridade de Pedro Leopoldo, com seus hábitos, para cumprimentá-lo. Pode ser que alguns não gostassem do trabalho do Chico, mas posso afiançar que ele tinha amigos e simpatizantes em todos os redutos religiosos.

FE - Além de fotos, quais os materiais do Chico o senhor tem para expor?

Leão - Temos bastante coisa. Em 1998, aqui, em Pedro Leopoldo, com patrocínio da prefeitura, foi realizada uma exposição em seis grandes salas, na Escola São José, retratando a cidade desde o seu inicio até aquele ano de 1998. Uma das salas foi exclusivamente para Chico Xavier. Nela colocamos a máquina de escrever, que ele usava na Fazenda Modelo, pertencente ao meu acervo; a cadeira na qual ele se sentava para psicografar no Centro Espírita Luiz Gonzaga, hoje exposta no Memorial; o livro de pontoda Fazenda Modelo, em que Chico assinava entrada e saída ao serviço; lápis que usou nas psicografias; óculos, a xícara de chá de seu uso, dentre outros. A particularidade da sala é que fizemos também um serviço de som com gravador auto-reverse, que reproduzia mensagens na voz do Chico. Então, as pessoas viam os objetos que pertenceram ao Chico e ouviam a sua voz. Como já frisei, parte desse acervo se encontra exposto no Memorial Chico Xavier instalado na sede da Unimed de Pedro Leopoldo. Precisamos de um espaço maior, se possível exclusivo, para darmos mais destaque a tudo aquilo que temos do inesquecível Francisco Cândido Xavier.




Chico (dir) recebe dama da alta sociedade paulistana (1941)

Arquivo Geraldo Leão



Fábrica de Tecidos Cachoeira Grande: primeiro emprego de Chico

Arquivo Geraldo Leão




Rua São Sebastião e o Centro Espírita Luiz Gonzaga, prédio branco, à direita,
mais próximo da igreja matriz Arquivo Geraldo Leão


Memorial “Chico Xavier” na sede da Unimed, em Pedro Leopoldo, MG

Foto Ismael Gobbo



Médium (terno escuro) e colegas de trabalho na Fazenda Modelo Arquivo Geraldo Leão

Focalizando o Trabalhador Espírita Magali Bischoff

Magali Bischoff

Entrevista para Ismael Gobbo ao Notícias do Movimento Espírita


A entrevistada Magali Bischoff é uma trabalhadora espírita que desde a infância participa de atividades junto à FEESP -Federação Espírita do Estado de São Paulo, na capital paulista, onde reside. Bem preparada doutrinariamente na própria FEESP, assumiu responsabilidades de educadora ministrando cursos na Escola de Aprendizes do Evangelho e na Área de Assistência Espiritual. Além disso tem um labor intenso na área de divulgação através da imprensa escrita e pela Internet.

Magali, poderia nos fazer sua apresentação?

No dia 24/02/68 minha mãe não encontrou opção nos Hospitais da região de São Paulo, era uma terça-feira de carnaval, então fui levada para a cidade de Guarulhos e lá nasci. Sou a caçula da família Tenho duas irmãs, Márcia e Sandra e um irmão Ricardo, recém desencarnado em junho de 2010. Sou divorciada, minha família são meus filhos lindos, Bruna de 17 anos e Lucas de 11 anos e meu companheiro Sérgio dos Santos Silva, que conheci nas atividades espíritas, meu grande amigo.

Qual a sua de atuação profissional?

Filantropia e Divulgação.

Como conheceu o Espiritismo e desde quando é Espírita?

Quando criança por volta de 5 anos, lembro que minha mãe freqüentava a FEESP- Federação Espírita do Estado de São Paulo na antiga casinha da Rua Maria Paula. Meu avô tinha as obras da codificação guardadas em uma gaveta com chave, naquela época não se falava de Espiritismo. A irmã do meu avô era espírita e a sobrinha dele trabalha até hoje na Federação. Uma prima da minha mãe fazia reuniões espíritas, lembro-me vagamente dos primos fazendo a brincadeira do copo. Tinha outra tia, irmã da minha avó, que também era espírita, encaminhou muitos parentes e desencarnou idosa, trabalhando em um Centro na Zona Sul de São Paulo. Cresci em meio a estes fatos, mas só interessei-me pelo Espiritismo na idade adulta, através da irmã do meu ex-marido. Ele teve uma doença desconhecida dos médicos e para ajudá-lo, busquei ajuda espiritual. Já conhecia o Livro dos Espíritos e o Evangelho Segundo o Espiritismo. Criei o hábito de ler e sentia a presença dos espíritos. Passei a ouvir palestras e antes mesmo de fazer as escolas, já colaborava na creche da Federação na sede da Rua Santo Amaro, na Bela Vista.

A que casa espírita está vinculada presentemente e quais as atividades que nela desenvolve?

Como disse, conheci a Federação desde pequena e não saí mais de lá. Fiz todos os cursos e hoje sou voluntária na Área de Ensino como educadora no 1º e 2º ano da Escola de Aprendizes do Evangelho e na Área de Assistência Espiritual, no trabalho de depressão. Participei indiretamente nos trabalhos da Casa, mas no ano de 2009, o Sérgio e eu fomos convidados a participar do Conselho Deliberativo da FEESP, ampliando nossas responsabilidades perante a Casa que nos acolheu e que oferece a todos oportunidades de servir ao próximo com muito amor. Para aqueles que não conhecem o trabalho segue o site da Federação Espírita do Estado de São Paulo: www.feesp.org.br

Tem alguma obra escrita?

Não. Mas já senti muita vontade de organizar um trabalho voltado para as escolas espíritas, com base na experiência de observadora e colaboradora direta do projeto realizado pelo Sérgio, inspirado pelo Mundo Espiritual, quando dirigiu as Escolas de Aprendizes do Evangelho por seis anos. Ele conseguiu implantar uma proposta pedagógica espírita para as Escolas de Aprendizes do Evangelho da Federação e de algumas Casas Espíritas, um projeto inovador, estudando o Evangelho à Luz da Doutrina Espírita e contextualizando os ensinos de Jesus para atender as necessidades dos alunos de hoje, preparando o Discípulo de Jesus para esse período de Transição Planetária.

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Poderia nos descrever sua trajetória de trabalho pelo movimento espírita?

Inicialmente colaborei na creche, fui voluntária mais de 6 anos na Biblioteca Espírita Humberto de Campos e na Área de Divulgação. Nesse período fiz os cursos do ciclo básico de conhecimento do Espiritismo. Por esta ligação com a Casa e suas tarefas, fui efetivada como funcionária durante um período na Biblioteca, no setor administrativo da Área Federativa, na gestão do Diretor Carlos Eduardo da Silva, um grande exemplo, ensinou-me muito sobre as diversas atividades junto às Casas Espíritas, coligadas à Federação Espírita do Estado de São Paulo. Em outra fase, fui convidada a colaborar na FEAL (Fundação Espírita André Luiz), participando dos projetos de divulgação da Rede Boa Nova de Rádio, na época a recém-nascida, TV Mundo Maior, da Editora distribuidora Mundo Maior e o Clube Amigos da Boa Nova. Ainda, a convite do Vice- Presidente da Instituição, ganhei um espaço na coluna do site da FEAL como cronista espírita.

E com isso você deve ter granjeado um numeroso rol de amigos, não?

Com certeza. Graças ao trabalho, ampliei minhas relações no movimento espírita, ganhando amigos no Brasil e no Mundo. Recebi convites da ABRADE (Associação Brasileira dos Divulgadores Espíritas), da ADE/SP (Associação dos Divulgadores Espíritas em São Paulo) para participar mais ativamente da diretoria e dos projetos, mas não aceitei por falta de tempo. Participei das reuniões do grupo de eventos do Bicentenário de Kardec no Anhembi, dos Cento e cinqüenta anos de Espiritismo no Pavilhão Imigrantes e do Centenário do Chico no Museu do Ipiranga em São Paulo, cujos momentos são inesquecíveis.

Fiz muitos amigos na USE/SP (União das Sociedades Espíritas Do Estado de São Paulo), Aliança Espírita Evangélica, União Fraternal, AME (Associação Médico Espírita), CCDPE (Centro de Cultura, documentação e pesquisa do Espiritismo), ABRAPE (Associação Brasileira dos Psicólogos Espíritas), ABPE (Associação Brasileira de Pedagogia Espírita), no grupo Brasil sem Aborto, Editora Correio Fraterno, O Clarim, Elevação, entre outras amizades que mantenho com satisfação até hoje. Nos últimos cinco anos, a convite do Sérgio, quando diretor das Escolas de Aprendizes do Evangelho, acompanhei diversas visitas aos centros espíritas que pediam informações sobre as mudanças no curso. Não existe lugar melhor para transmitir os conceitos espíritas e educar almas do que as escolas. A sala de aula é o laboratório do mundo espiritual, um trabalho extraordinário e transformador, uma grande oportunidade de crescimento para todos. “A alma da Educação é a educação da alma”.

Falando em movimento espírita qual sua avaliação de como ele anda nos dias de hoje?

Prefiro falar no “Movimento dos Espíritos”. Esse caminha bem! Aliás, Leon Denis já dizia: “O Espiritismo seria aquilo que os homens fizessem dele”. Um alerta àqueles que dizem representar Instituições ou a Doutrina Espírita no Mundo. A mensagem está ao alcance de todos, mas seu desenvolvimento depende muito mais do que fazemos com aquilo que conhecemos, ou seja, estamos praticando o que aprendemos?

Como está vendo a divulgação maciça do Espiritismo pela imprensa em geral, cinema e televisão?

É muito positivo, como já afirmaram os espíritos: “Os tempos marcados por Deus são chegados. Grandes acontecimentos vão se cumprir para a regeneração da Humanidade”. É um período de renovação, por isso, a mensagem está disponível para que os homens modifiquem seus pensamentos, sentimentos e atitudes, valorizando a existência, a prática no bem e o amor ao próximo.

A mídia em pouco tempo alcançou um público que não conseguimos em anos de tarefas dedicadas ao próximo. “Se não falarmos, as pedras falarão” ( Lc:19,40). Quem sabe essas são as pedras do mundo, que mesmo endurecidas pelo orgulho e egoísmo são instrumentos do mundo espiritual nesse período de Transição? Mas, ai daqueles que se aproveitam disso para conquistar benefícios e vantagens pessoais. O “Sermão dos Ais”de Jesus revela bem esta questão.

Você acha que a casa espírita está convenientemente preparada para receber tanta gente que bate à sua porta?

É uma pergunta interessante. Nada melhor, que o presidente ou dirigente das Instituições, para refletirem sobre seus trabalhos e a eficácia para este fim. A minha opinião, baseia-se na experiência adquirida, nos contatos com os colaboradores das casas que visitei e na observação de seus trabalhos. Cada casa atende a um público específico, com variadas necessidades. Umas são mais urgentes que outras. Mas de forma geral, as casas espíritas não devem se preocupar em desenvolver todas as atividades de uma só vez, se não estiver preparado, indique outras que possam ajudar. Devem focar na “qualidade” dos serviços oferecidos, em vez de se preocuparem com a quantidade de atendimentos. Com o aumento da divulgação do Espiritismo, as pessoas têm buscado mais as casas espíritas, e nosso dever é preparar nossos trabalhadores para atender, com eficiência, esta demanda crescente de interessados. Não podemos parar no tempo e esperar que a espiritualidade faça a parte que nos cabe. Quando recebemos uma visita em nossa moradia, procuramos oferece as pessoas conforto e o que há de melhor em nós. Creio ser dessa forma que devemos trabalhar na casa espírita.

Cada casa, diante de sua própria realidade, deve fazer algumas perguntas para saber se está convenientemente preparada, em alguns aspectos, para receber e atender bem os necessitados e os simpatizantes da Doutrina.

Acredita que as questões administrativas e mesmo as instalações físicas do centro espírita tem sido tratadas com o interesse que merecem?

É uma pergunta que enseja muitas indagações envolvendo não só o Conselho, a Diretoria Executiva da casa, mas igualmente todos os seus colaboradores.

Segue algumas perguntas que podemos fazer para identificar possíveis mudanças.

Estamos em um local adequado? Cuidamos bem das nossas instalações?

O espaço é compatível com o público que recebemos? Reciclamos o lixo, economizamos energia, água, controlando bem o consumo?

Temos uma relação boa com nossos vizinhos? Temos voluntários suficientes para as tarefas e estamos preparando tarefeiros para assumir as atividades da Casa?

Elas estão divididas de forma equilibrada? Divulgamos bem nossos trabalhos e serviços? Temos livraria e bazar de coisas novas, biblioteca e bazar de peças usadas para os que não podem comprar? Temos jornais, meios de comunicação com a sociedade, não só com o movimento espírita?

Fazemos eventos compatíveis aos objetivos que nos propomos e acessíveis às condições financeiras de nossos freqüentadores?

Cuidamos das questões doutrinárias, oferecendo estudo para os que chegam e para aqueles que concluíram os cursos? Estamos preocupados com a qualidade do ensino oferecido aos alunos da infância, mocidade, juventude e do ciclo básico de conhecimento doutrinário?

Preparamos bem os colaboradores destes departamentos? Todos estão comprometidos com a Casa e com o Ideal espírita que abraçaram?

Os atendimentos espirituais seguem com rigor as práticas espíritas? Seus trabalhadores fazem atualizações nos estudos e no comportamento em relação ao atendimento aos assistidos, a mediunidade e a sintonia com a espiritualidade?

Oferecemos espaço para a melhor idade e para a comunidade que está em nossa vizinhança? Cuidamos do social, das famílias carentes?

Compartilhamos colaboradores, conhecimento, atividades e serviços em comum com os companheiros de ideal espírita da nossa região?

Como andam as nossas tarefas na promoção social, nos cursos e atendimento aos necessitados? Como nossa casa sobrevive financeiramente, priorizamos os lucros, em detrimento do real objetivo da Casa Espírita?

Precisamos ir além do papel de uma Instituição filantrópica que pratica a caridade, mas exercer um trabalho de responsabilidade social que dignifica a vida humana, melhorando a qualidade de vida dos assistidos e de seus freqüentadores.

Nossa casa é um espaço simples ou bem estruturado, mas limpo e acolhedor, onde se aprende a respeitar umas as outras, aprende a falar, mas também a ouvir?Trocam experiências e colaboram uns com os outros ativamente nos locais que foram convidados a servir? A Casa abre espaços para novas idéias, sem perder o compromisso com a Doutrina dos Espíritos? Preservam as amizades, a igualdade, a fraternidade autênticas? Convivem em harmonia com aqueles que pensam de maneira diferente, as pessoas podem sorrir e brincar em nome do bem estar e equilíbrio de todos, atraindo a presença dos amigos espirituais, servindo a comunidade como um ponto de Luz?

O que fazer quando a Casa não consegue atingir seus objetivos?

A Doutrina Espírita é progressiva e nossas Casas espíritas devem acompanhar o progresso científico, intelectual, material e moral, segundo as necessidades daqueles que batem às nossas portas diariamente.

Se não conseguir sozinhos, saibam pedir ajuda aqueles que verdadeiramente estão em condição de ajudar. As Instituições Federativas oferecem material de apoio e colaboradores para esse fim. Com certeza, a mudança mais significativa em uma Casa Espírita começa na transformação pessoal de cada colaborador, modificando o homem, melhoramos tudo à nossa volta e podendo até mudar o mundo. Não é utopia, podemos atingir a excelência se amarmos uns aos outros como Ele nos amou.

Poderia nos falar de seu trabalho como divulgadora espírita?

Esse é um trabalho que faço com muito amor e dedicação, por idealismo mesmo.

Escrevo artigos, participo de diversas listas espíritas, Rede Brasil Espírita, ABRADE, Espiritismo Científico, Liga dos Historiadores Espíritas, CEPA, Espiritismo 1857, divulgando trabalhos e eventos em outras partes do mundo através do e-mail. Aproveito muito das redes sociais como Orkut, Facebook e Twitter. Mantenho um Blog com diversos link’s interessantes de estudo e pesquisa sobre o Espiritismo, com o foco em textos e mensagens que estimulam reflexões sobre os seres viventes, a natureza e o meio ambiente: Visite e se gostar seja um seguidor e ajude a divulgar: www.cuidedoseumundo.blogspot.com

Tem feito palestras?

Apesar do tempo curto, faço palestras, inclusive já falei fora dos ambientes espíritas (grupo do Hospital São Paulo e trabalhos ligados ao presídio feminino), uma experiência gratificante. Mas ultimamente, a família é prioridade, aguardo o tempo certo, para semear com mais propriedade no movimento espírita.

Algo mais que queira acrescentar?

Somos viajantes do Universo, convidados a evoluir e participar da regeneração deste Planeta. A transformação vem ocorrendo desde as primeiras sementes que foram plantadas no coração do Homem, pelos seres espirituais, e a grande Transição está acontecendo “dentro” do Ser Humano e é para ele que devemos dar toda a atenção.

Aproveitemos o que recebemos do Mundo Espiritual e dos exemplos deixados por Jesus. O Espiritismo em sua essência é libertador de consciências. Estudemos as obras de Kardec, base segura para alcançarmos este conhecimento e tenhamos a consciência que a Misericórdia Divina nos oferece o trabalho, nada é nosso, somos apenas instrumentos da espiritualidade para aprender a Servir e Amar.

Ismael, Parabéns pelo seu belo trabalho de divulgação, nos conhecemos na troca de informações pela internet não é mesmo? Obrigada por tudo, pela amizade e oportunidade de trocar experiências, expressando minhas idéias e sentimentos. Um grande abraço a todos que partilharam da entrevista, aproximando os amigos, que até então, só se conheciam através da Internet. Um Feliz Ano Novo repleto de realizações no bem.










Legenda: Magali pequenina na casa dos pais; passeando no Zoológico aos 13 anos; Magali, Bruna Lucas e Sérgio: Sérgio, Magali com o irmão Ricardo desencarnado em 05/2010; amigos da USE na tese de mestrado “Unir para Difundir” - O impacto das Federativas no crescimento do Espiritismo no Brasil de Jeferson Betarello; Escola Aprendizes do Evangelho na FEESP 2009; Encontro no Carnaval, educadores, infância, mocidade, juventude e área de ensino FEESP; Encontro Liga dos Historiadores e Pesquisadores Espíritas, Magali, Jader Sampaio, MG e Ercilia Zilli, Abrape-SP; Simpósio Comunicação da ADE-Campinas, Magali e Sérgio entrevistados por Eder Favaro, no centro, para TV Espírita Campinas; Magali e Allan Vilches com voluntários no encerramento das comemorações do Centenário Chico Xavier, no Ipiranga, São Paulo; Encerramento da Ligas dos Historiadores e Pesquisadores Espíritas: Julia Nezu, Gustavo Leopoldo Daré, Magali e Vital Cruvinel; Magali na extrema direita tendo logo a seu lado o casal Marcelo Henrique Pereira (Abrade), sua esposa Júlia, de Florianópolis, e companheiros da USE/SP; Pré-estréia do filme Bezerra de Menezes, Magali ao lado do ator Carlos Vereza; Magali e Jorge Rizini, em Congresso da FEESP com filme em homenagem a Kardec.

OBS: AS FOTOS Desta entrevista só PODERÃO SER UTILIZADAS EM OUTRAS PUBLICAÇÕES MEDIANTE AUTORIZAÇÃO EXPRESSA DO entrevistadO.


Ano Novo e Nós!


Ricardo Di Bernardi

Mais um ano, 2011
Apenas uma marca, uma referência?...
Pouco importa! Nós acreditamos no progresso!

Reflexos atávicos?
Símbolos, arquétipos, condicionamentos, lugar-comum...
Pouco Importa! É um marco, um apoio aos nossos projetos!

Calendários e datas alteradas no decurso da história...
Até o horário da virada é o de verão. Diz-nos a razão!
Pouco Importa! Nós fazemos o tempo e a hora do nosso coração.

Há quem desejaria que mais um ano não viesse...
A velhice está chegando!
Pouco Importa! Há o futuro no sorriso dos netos!

Há problemas, dores, comemorações violentas...
Mais um ano de dificuldades?
Pouco Importa! Estou vivo, amarei a vida que é nobre e colorida.

Há quem desejaria fazer o tempo parar, voltar atrás...
O horizonte é escuro...
Pouco importa! Na luz do amanhecer estaremos sorrindo!

Há desmatamentos, poluição...
O que será do futuro?
Pouco Importa! A natureza é bela! Ecologistas e ONGS proliferarão!

Desmandos, corrupções, falsidade... Um sono milenar de infantilidade...
Em quem acreditar?
Pouco Importa! Já vemos que o homem desperta para a Justiça Social!

Festas de erros velhos com roupagem nova ...
Por que nos enganamos?
Pouco importa! A cada tombo somos mais maduros e prudentes!

Homens sem escrúpulos tosquiam ovelhas inocentes...
Fazendo de Deus um triste comércio!
Não importa! A Lei Universal não está em livros, mas na consciência!

Gestos incolores de pálida compreensão...
Homens de mentes nubladas conduzem a sociedade?
Não importa! Estão aí as crianças de alma arco-íris e pensamento de cristal!

A felicidade não está fora, mas dentro de nós ! Feliz Ano Novo!
Dr. Ricardo Di Bernardi
www.icefaovivo.com.br

( Peça :Temas Polêmicos do século XXI - SETOR LIVRARIA)

(Recebido em email de Dr. Ricardo Di Bernardi)

NOSSO LAR Era pra ser um texto simples de final de ano

FONTE: http://nossolar-ofilme.blogspot.com/

30/12/2010


Um exercício de memória, desses de final de ano, nos trouxe a realidade de aspecto quase transcendental - o tempo parou nas nossas vidas. Não conseguíamos distinguir coisas que tinham acontecido em 2008, 2009 ou nesse ano que finda. Todas, claro, relacionadas a produção do filme Nosso Lar. E assim começamos a entender a medida das coisas que envolvem este projeto que deu seu primeiro passo com Nosso Lar.

Já fizemos muitas avaliações do mesmo. Pessoais, sociais, mercadológicas. Todos os dias, porém, elas ganham algum adendo, um novo comentário furtivo, um email testemunhal, mesmo uma nova forma de olhar a história e seu tema tão intensos. São novas perspectivas sobre o projeto no qual trabalhamos - no caso do Wagner - por 5 anos seguidos, e sobre o qual nunca teremos a "conclusão final", até porque ela não existe. Fazer cinema é, também, saber lidar com a eternidade de um filme. Depois de pronto, ele viaja, pra sempre, nos meios de comunicação conhecidos, nos que serão inventados, mas também, e principalmente, na memória dos seus espectadores.

Temos lições e aprendizados que nos apontam claramente erros e acertos. Temos, também, as relações pessoais de uma grande equipe que se juntou sorrindo e, esperamos, em sua grande maioria, se separou chorando saudosa pelo próximo encontro. Hoje, sabemos um monte de coisas a respeito do público que foi ver o filme nos cinemas. São surpresas e confirmações. Paixões e desprezos. Interesses e interessados. E, agora, o tempo que havia parado parece recomeçar a mover-se de maneira tradicional. Temos novos desafios pela frente. Como será o próximo filme? Que história de bastidores começaremos a escrever a partir de agora? As telas estão em branco. Nossas mentes também.

O fato é que o ano vai mudar e o filme Nosso Lar não vai parar – há todo o trabalho com as próximas "janelas" de exibição, a começar pelos DVDs, pelas TVs a cabo e aberta e, também importante, pelo mercado internacional. Estamos trabalhando muito para que o filme possa pisar em tantos países quanto possível. Já há negociações em andamento, sobre os quais falaremos em breve. Há desejos e projetos, como a trajetória dele na América do Norte – onde intentamos realizar também uma campanha que possa "unir os brasileiros que vivem no exterior por um sentimento de brasilidade único, a espiritualidade".

Foi um ano especial e esse post deveria ser apenas um texto simples sobre ele, pra não complicar muito as coisas mesmo. Mas como falar sobre um ano que se mistura em cinco? Como pensar num tempo que se mede em estágios de produção, em dias no frio, em centros espiritualistas visitados (mais de 75), em madrugadas insones, em alegrias e angústias criativas? Como contar um tempo que virou seu calendário no dia 3 de setembro? E cujo relógio foi marcado por números de espectadores e os risos e lágrimas que pontuaram seus rostos?

(Texto recebido em email de Nuno Emanuel)

Carta de Ano Novo

Ano Novo é também renovação de nossa oportunidade de aprender, trabalhar e servir.
O tempo, como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para a necessária ascensão.
Lembra-te de que o ano em retorno é novo dia a convocar-te para execução de velhas promessas, que ainda não tiveste a coragem de cumprir.
Se tens inimigo, faze das horas renascer-te o caminho da reconciliação.
Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para frente.
Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir.
Se a tristeza te requisita, esquece-a e procura a alegria serena da consciência feliz no dever bem cumprido.
Novo Ano! Novo Dia!
Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.
Recorda que há mais ignorância que maldade, em torno de teu destino.
Não maldigas, nem condenes.
Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.
Não te desanimes, nem te desconsoles.
Cultiva o bom ânimo com os que te visitam, dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença.
Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora: -
Ama e auxilia sempre. Ajuda aos outros, amparando a ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração.

Emmanuel
Livro Vida e Caminho. Psicografia de Francisco Cândido Xavier

Copiado do site: http://www.chicoxavierphb.com/

Ficheiro:OperaSydney-Fuegos2006-342289398.jpg

Celebração do Ano-novo em Sydney, uma das maiores do mundo. Foto:http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:OperaSydney-Fuegos2006-342289398.jpg

Um feliz, muito feliz, 2011

É o que desejamos a todos, com muita paz, alegria e prosperidade. Que Deus esteja sempre presente em tudo aquilo a que nos propomos

realizar. Agradeço imensamente aos diletos companheiros de ideal que foram os grandes sustentáculos deste pequenino trabalho de divulgação. Vamos prosseguir sempre unidos, trabalhando serenos, confiantes e alegres para alegrarmos a Jesus. (Ismael Gobbo).


Jesus. Pintura em parede na Casa da Caridade, Araçatuba, SP. Autora: Maria Teresa Braga

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Visita o Site Gotas de Paz

http://www.gotasdepaz.com.br/

Descrição: C:\email\30-12-2010_arquivos\image013.jpg

Palestras Pública no mês de janeiro de 2011 em Itapira, SP

21/1, SEXTA-FEIRA, PEDRO CAMILO, DA CIDADE DE SALVADOR-BA ESTÁRA NO CENTRO ESPÍRITA LUIZ GONZAGA, COM O TEMA: DO ANIMISMO À MEDIUNIDADE, ÀS 20:00 HORAS, NA RUA PRESIDENTE KENNEDY, Nº 47-B.SANTO ANTONIO-ITAPIRA-SP

Descrição: C:\email\30-12-2010_arquivos\image011.jpg

29 SÁBADO - MARCOS VINÍCIUS, DA CIDADE DE OURO FINO-MG, NA CASA ESPÍRITA NHÁ CHICA, COM O TEMA: A FORÇA DA FILOSOFIA ESPÍRITA, ÀS 20 HORAS, NA RUA TERESA LERA PAOLETTI, Nº 348-JD.BELA VISTA-ITAPIRA-SP

Descrição: C:\email\30-12-2010_arquivos\image012.jpg

(Informações em email de Otavio Cunha e Regina Bachega)

Agenda de palestras com Manolo Quesada Barueri, Mauá, São Paulo

Descrição: C:\email\30-12-2010_arquivos\image009.jpg





MANOLO QUESADA
AGENDA JANEIRO 2011

(11) 5611-4554 / 8284-3337

www.manoloquesada.blogspot.com



12 (quarta-feira) - 20h00
Núcleo Espírita Aldeia de Luz
Avenida dos Patos, 155 - Aldeia da Serra
Barueri - SP
Morri... e Agora?

17 (segunda-feira) - 20h00
Centro Espírita Allan Kardec
Rua Santo André, 284 - Jardim Aidê
Mauá - SP
Evoluir é Simples... Nós é Que Complicamos!

31 (segunda-feira) - 20h00
Congregação Espírita Maria Benta
Rua Vieira Portuense, 341 - Jabaquara
São Paulo - SP

(Informações recebidas em email de Manolo Quesada e Regina Bachega)

Curso de Capaticação e Reciclagem para Palestrante Espírita São Paulo

Descrição: C:\email\30-12-2010_arquivos\image008.jpg

(Informação em email de Norberto Fátima norbertoefatima@gmail.com e Regina Bacheha)

Programação Comemorativa dos 100 anos da Associação Espírita Estrela da Caridade Espírito Santo do Pinhal, SP

Descrição: C:\email\30-12-2010_arquivos\image006.gif

Descrição: C:\email\30-12-2010_arquivos\image007.jpg

(Informação em email de Antonio Luís Lourenço dos Santos anlulosan@yahoo.com.br)

Programa Alimento para Alma na TV Jornal Limeira, SP

Descrição: C:\email\30-12-2010_arquivos\image005.jpg
Alimento Para A Alma

Todo SÁBADO pela TV Jornal

Limeira-SP

Canal 39 UHF / NET 113 - 12:40h



Baixe no link abaixo os programas anteriores

http://www.mensajefraternal.org.br/portuguese/alialm_port.htm


(Informação em email de Gislaine Pascoal)

Palestras Públicas na Casa da Caridade Araçatuba, SP

CASA DA CARIDADE

DEPARTAMENTO DA ALIANÇA ESPÍRITA VARAS DA VIDEIRA

RUA PÉRICLES PIMENTEL SALGADO, 1010, JARDIM UMUARAMA, ARAÇATUBA, SP

Descrição: [clip_image020.jpg]

CASA DA CARIDADE. FUNDADA EM 03-11-1990

ESCALA DE PALESTRAS PÚBLICAS: JANEIRO DE 2011

HORÁRIO 20 HORAS. ENTRADA LIVRE

DATA

TEMA

FONTE

ORADOR

04

NÃO SEPAREIS O QUE DEUS JUNTOU

*Ese

CAP. XXII

MADERLENE DE ALMEIDA YAMADA

11

ESTRANHA MORAL

*ESE

CAP. XXIII

LEILA GUERREIRO ROCHA

18

NÃO PONHAIS A CANDEIA DEBAIXO DO ALQUEIRE

*ESE

CAP. XXIV

CARMEM ESGALHA

25

BUSCAI E ACHAREIS

*ESE

CAP. XXV

MARIA DA GRAÇA GALETTI

ANTECEDENDO O ESE, COMENTÁRIOS EM SEQUÊNCIA DE O LIVRO DOS ESPÍRITOS

*ESE- O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

150 ANOS DE “O LIVRO DOS MÉDIUNS”

Descrição: C:\email\30-12-2010_arquivos\image004.jpg

15/01/1861 – 15/01/2011

107 Anos da Federação Espírita Amazonense Manaus, AM

1º de janeiro - comemoração de 107 anos da Federação Espírita Amazonense, evento de comemoração com a presença de vários grupos artísticos do movimento espírita amazonense a partir das 19:30h na sede da FEA. Av. Pedro Teixeira - Dom Pedro

(Informações em email de Cleonice Ortiz cleoniceortiz@gmail.com repassado por Aliança Espirita de Propaganda e Caridade AEPC aliancaepc@yahoo.com.br)

Descrição: C:\email\30-12-2010_arquivos\image002.jpg

PARTICIPANTES DE SEMINÁRIO REALIZADO PELA FEB EM MANAUS. 06/2010. FOTO FEB